sábado, 23 de janeiro de 2016

Quando o Amor Salva Uma Vida


Por muitos anos, o chipanzé Ponso foi usado como cobaia pelo laboratório New York Blood Center, em dezenas de biópsias e testes de anestesia em pesquisas sobre hepatite. 

Após a conclusão dos testes, a NYBC decidiu abandonar os chimpanzés, despejando-os em uma cadeia de ilhas perto da Libéria. Sem nenhuma fonte de alimentos ou de água doce, muitos morreram logo depois, de doenças e fome. 

O próprio Ponso era um dos 20 chimpanzés abandonados em 1983, sendo que em poucos meses, metade dos animais estavam mortos ou desaparecidos.

Nove que haviam sobrevivido tinham sido realocados. Pouco tempo depois cinco deles estavam mortos.

Por mais de 30 anos, o chimpanzé Ponso tem vivido em uma ilha deserta ao largo da Costa do Marfim graças ao apoio de um aldeão chamado Germain, que apesar de sua renda limitada, sempre passa para deixar comida para o chimpanzé solitário. 

Apesar de a dieta de pão e bananas não ser o suficiente para que o velho chimpanzé de cerca de 40 anos prospere, é o que o mantem vivo.

Sobrevivente, junto com sua companheira e seus dois filhos, sua pequena família morreu em um curto espaço de tempo em 2013. Germain, o aldeão, informou que Ponso ajudou a enterrar seus parentes jogando terra sobre eles.

Após a divulgação desta história, outras organizações passaram a trabalhar para ajudar estes animais. O Humane Society dos Estados Unidos recebeu inúmeras doações que lhes permitiram passar a cuidar de uma ilha liberiana que abriga a maior colônia de chimpanzés da região.

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